domingo, 22 de setembro de 2019

by Marcos Luis Lopes, pastor batista
Niterói, Domingo, 22 de Setembro de 2019

Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? Jesus respondeu: Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete” - Mateus 18: 21-22.

Perdão vem do latim “perdonare” que literalmente significa se redimir (REPARAR) de algo de errado. Na origem grega, a palavra APHÍEMI significa “deixar ir” ou CANCELAR. Perdão então é uma obrigação, não uma opção, principalmente para os cônjuges que estão pactuados com os laços eternos do matrimônio.

Aquele que não libera perdão está sempre dormindo com o inimigo; está vivo amarrado a um corpo morto em adiantando estado de putrefação; não receberá perdão da parte de Deus, pois não vive a reciprocidade do perdão, como Jesus, o Cristo, revela na Oração Modelo, registrada em Mateus 06: 12 “Perdoa as nossas dívidas, na mesma medida que nós perdoamos aos nossos devedores”.

Perdoar pode não ser fácil, principalmente quando o seu orgulho, a sua vaidade, a sua petulância, impede de dar o braço a torcer. Quem libera perdão é bem-aventurado. Não importa se a outra pessoa irá dar uma contrapartida adequada. Perdoar não é esperar que outro te perdoe. Perdoar é fazer parar de doer a tua alma, o teu espírito e o teu corpo.

Há muitos matrimônios doentes e alguns em estado terminal, pois não existe espaço para o perdão. Para estes o perdão é equivocadamente pensado como esquecimento. Esquecer pode ser uma doença mental, uma insanidade, reflexos de uma doença degenerativa. Nós não poderemos esquecer dos fatos vividos, até porque eles serão marcos a serem evitados na trajetória da vida matrimonial.

Seja ainda mais veloz no perdoar do que você é no se melindrar com as coisas que não te agradam, que te entristecem, que fazem doer todo seu ser.

Velocidade em perdoar com verdadeiro arrependimento e conversão trará transformação e Saúde para o seu matrimônio.

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