by Marcos Luis Lopes, pastor batista
Terça-feira, Niterói, 27 de Agosto de 2019
"Mas aqui nesta mesa, entre nós, fingindo ser amigo, está o homem que Me trairá" - Lucas 22: 21.
Nas mídias sociais multiplicam-se os casos de traição, adultério, fornicação, divórcio. Virou modinha ficar contando com quantas pessoas se relacionou, e quando maior for a lista há uma ovação pública para este triste quadro de degradação do matrimônio.
Mesmo entre os cristãos que têm o matrimônio como benção e alguns como sacramento, a traição beira o caminho da normalidade, havendo inclusive sugestão pública para que os cônjuges delimitem até onde deve ir a sua monogamia.
Traição é e nunca deixará de ser a quebra da fidelidade prometida e empenhada publicamente ou não, por meio de ato desleal. É deixar que uma outra pessoa humana, mesmo que virtualmente, provoque a cobiça, o desejo sexual, que somente deveria ser do seu cônjuge.
Há muita gente traindo seu cônjuge pelo WhatsApp e pelas mídias sociais. Acesso a pornografia midiática é igualmente traição, pois é deslealdade ao seu cônjuge. Até mesmo ficar se masturbando sozinho, com seus pensamentos e sonhos eróticos é traição, desrespeito, para com a santidade do matrimônio.
Geralmente quem coleciona parceiros sexuais ou "ficantes" antes do matrimônio, não se contenta com a "mesmice" e com a "rotina" (desculpa esfarrapada) do matrimônio, e tendo a cara de pau de dizer que "a carne é fraca", ficam "pulando a cerca" mesmo que virtualmente.
O matrimônio precisa ser vivido por cônjuges que assumem o compromisso de lealdade, de fidelidade, de santidade, por toda a vida. Mesmo que com o passar dos anos a libido diminua mais aceleradamente em um dos cônjuges, a traição nunca será uma opção, pois estes cônjuges foram entrelaçados pelo terceiro cordão, CRISTO, que os une para sempre.
Saúde para o seu Matrimônio adverte que traição gera risco de morte!

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